Para agência de conteúdo
Demanda do mês, prazo que se cobra sozinho, material que chega no cliente pra aprovar. Sem colunas pra arrastar, sem apontar hora, sem inventar processo — porque o processo de uma agência de conteúdo já está aqui dentro.
Sem cartão. Cancela quando quiser.
o app de verdade — com os dados de uma agência de exemplo
O que existe hoje
Trello, Monday, ClickUp, os sistemas de gestão de projeto: todos entregam a mesma coisa — um espaço em branco e a tarefa de inventar como sua agência trabalha. Você passa um domingo montando colunas, treina a equipe, e em três semanas metade dos cartões está parada num lugar que ninguém olha.
Não é que a ferramenta seja ruim. É que ela não sabe o que é um bruto, o que é um carrossel, nem que o cliente precisa aprovar antes de postar.
Sistema de gestão de projetos
Duelo Operação
Preço por usuário conferido nas tabelas públicas dos dois maiores do Brasil, em agosto de 2026.
O jeito que é hoje
A demanda foi combinada por áudio. O bruto está num link que venceu. O editor mandou por WeTransfer. O cliente pediu ajuste num áudio de quatro minutos. E a planilha, que devia resolver isso, ninguém abre desde terça.
A conta que ninguém faz
É por isso que ninguém sai procurando um sistema pra resolver: virou parte do trabalho, como carregar tripé. Mas faz a conta uma vez, com os seus números.
E essa é a parte barata. A cara é o cliente que não renova porque atrasou duas vezes seguidas — e você só descobre que atrasou quando ele avisa que vai sair.
Agência que entrega no prazo não precisa dar desconto pra segurar cliente.
O que nenhum outro faz
Data fixa não funciona em agência: o bruto atrasa, a captação muda, o cliente some. Aqui o relógio começa quando o material bruto chega na mão de quem edita — e o prazo é um acordo com nome e número, feito uma vez e válido todo mês.
Cartão de memória, link, pasta. O relógio começa aqui, não no dia em que você lembrou de cobrar.
Um já tem que ter saído. Você diz na demanda qual é a prioridade — quem edita segue isso, não o próprio gosto.
7 e 15 é o nosso padrão. Cada demanda pode ter o seu — você ajusta com quem vai editar, e fica escrito. Combinado que se muda junto, não regra que cai de cima.
O sistema acompanha sozinho e diz, em uma linha, se está cumprido ou fora do combinado. Você para de perguntar — e quem edita para de ser cobrado, porque já sabia o que tinha aceitado.
Ninguém aponta hora aqui. Os sistemas do setor nasceram pra medir quanto tempo cada pessoa gastou — o que faz sentido em agência que vende hora, e nenhum em agência que vende entrega. Com freelancer então, apontar hora é ficção: ele não trabalha pra você, entrega pra você.
o combinado, dentro da demanda
O modelo
Três palavras que a equipe inteira usa igual — e que acabam com a maior parte da confusão antes dela existir.
O pedido do mês daquele cliente. Nasce como rascunho: você monta com calma, e ninguém é avisado nem o prazo começa até você liberar.
Cada vídeo, carrossel ou foto dentro da demanda. Tem prazo, tem responsável, e é aqui que o cliente aprova ou pede ajuste.
O ato, não a coisa. Um material vira entrega quando é entregue — e a partir daí existe registro de quem, quando e o que foi aprovado.
O editor de vídeo abre e vê os vídeos dele, com o bruto e o roteiro. O designer vê os estáticos. O social media vê o que já foi aprovado e pode postar. O cliente vê só o que ficou pronto.
Ninguém precisa aprender o sistema inteiro pra fazer a parte de sempre.
os materiais da demanda, um a um
Antes da edição, tem a captação
Nenhum sistema de gestão de projeto marca gravação, porque nenhum deles foi feito por quem grava. Aqui a captação é um compromisso de verdade: dia, hora, local, o cliente e quem da equipe vai.
É o pedaço do mês que some das planilhas — e é justamente onde o atraso começa.
Onde o material fica
Vídeo bruto pesa. Guardar isso na nuvem de um sistema é caro pra quem cobra e arriscado pra quem paga — no dia em que você cancela, o acervo é refém.
Aqui os arquivos ficam no Google Drive da sua própria agência. A plataforma organiza, dá acesso a quem precisa e mostra na tela do cliente, mas nunca hospeda. Se você sair amanhã, tudo continua exatamente onde estava.
A permissão que pedimos ao Google é a mais restrita que existe: o sistema só enxerga as pastas que ele mesmo criou. O resto do seu Drive é invisível pra nós.
Do outro lado
Ele entra por um link, vê o que ficou pronto, e decide: aprovar ou pedir ajuste. O pedido de ajuste vira uma conversa presa àquele material — não um áudio perdido no WhatsApp que você vai ouvir três vezes.
as demandas do mês, por cliente
Quem está por trás
Meu nome é Herrison e eu toco a Duelo, uma agência de conteúdo em Erechim. Entregamos vídeo, foto e estático todo mês, com produção interna e terceirizada na mesma operação — editor de fora, designer da casa, social media, e cliente pedindo ajuste no meio da tarde.
Este sistema nasceu porque a planilha não dava mais conta. Ele roda a minha agência todos os dias antes de rodar a de qualquer outra pessoa: cada defeito apareceu primeiro numa entrega minha atrasada, não num relatório de bug.
Se você toca uma agência e reconheceu o problema lá em cima, a gente já se entende sem precisar de reunião. Chama antes de assinar qualquer coisa.
A minha operação, agora
Estes números são da minha agência, dentro do sistema, neste mês. Se ele falhar numa segunda-feira, quem perde cliente sou eu primeiro.
Herrison Ribeiro · Duelo · Erechim, RS
Antes de decidir
Não. No Trello você recebe um quadro vazio e inventa o processo. Aqui a demanda do mês, os materiais e a aprovação do cliente já existem prontos — não tem coluna pra arrastar nem cartão pra criar.
Não. O sistema segue o fluxo que toda agência já tem: pedido do mês, produção, aprovação. O que muda é que ele passa a ser escrito em algum lugar.
Ele recebe um link, cria a senha e vê só os materiais dele, com o bruto e o roteiro junto. Não precisa aprender o resto.
No Google Drive da sua agência, na conta que você conectar. A plataforma organiza e dá acesso, mas não hospeda nada.
Dá, e é o mais comum. A maioria começa por um cliente recorrente e vai trazendo o resto quando a equipe pega o jeito.
Sim, sem multa. Você exporta tudo num arquivo antes de sair, e os arquivos do Drive nem são tocados — são seus.
Não. O isolamento é feito no banco de dados, não na tela: uma agência não alcança o dado de outra nem pedindo direto ao servidor.
Preço
Preço fixo pelo tamanho da operação — não por cabeça. Demandas, materiais e arquivos são sempre ilimitados.
Base: R$55 por usuário, o preço público do maior sistema brasileiro do setor em agosto de 2026.
8 clientes · 3 pessoas
25 clientes · 8 pessoas
60 clientes · 20 pessoas
Clientes e equipe sem limite
Monte a demanda de um cliente hoje e veja como fica. Se não servir, você fecha a aba e não perdeu nada além de dez minutos.
Sem cartão · Cancela quando quiser · Seus arquivos continuam seus