Duelo Operação

Para agência de conteúdo

Não é mais um quadro
pra você configurar.
É o mês da sua agência,
já montado.

Demanda do mês, prazo que se cobra sozinho, material que chega no cliente pra aprovar. Sem colunas pra arrastar, sem apontar hora, sem inventar processo — porque o processo de uma agência de conteúdo já está aqui dentro.

Sem cartão. Cancela quando quiser.

Painel do Duelo Operação: entregas da semana, atrasadas, entregues no mês e receita recorrente

o app de verdade — com os dados de uma agência de exemplo

O que existe hoje

Todo mundo te oferece
um quadro vazio.

Trello, Monday, ClickUp, os sistemas de gestão de projeto: todos entregam a mesma coisa — um espaço em branco e a tarefa de inventar como sua agência trabalha. Você passa um domingo montando colunas, treina a equipe, e em três semanas metade dos cartões está parada num lugar que ninguém olha.

Não é que a ferramenta seja ruim. É que ela não sabe o que é um bruto, o que é um carrossel, nem que o cliente precisa aprovar antes de postar.

Sistema de gestão de projetos

  • Quadro vazio pra você configurar
  • Cobra por usuário — R$50 a R$60 por pessoa, todo mês
  • Freelancer vira mais uma licença (ou fica de fora)
  • Controla a hora de quem trabalha
  • Cliente não entra — aprovação continua no WhatsApp
  • Não marca captação — gravação vive fora do sistema
  • Serve pra qualquer time do mundo

Duelo Operação

  • Demanda, material e entrega já prontos
  • Preço fixo pelo tamanho da operação
  • Freelancer entra por link e não custa licença
  • Controla a entrega, não a hora
  • Cliente aprova dentro do sistema
  • Agenda de captação com cliente, local e equipe
  • Serve pra quem entrega conteúdo todo mês

Preço por usuário conferido nas tabelas públicas dos dois maiores do Brasil, em agosto de 2026.

O jeito que é hoje

O trabalho está pronto.
Ninguém sabe onde.

A demanda foi combinada por áudio. O bruto está num link que venceu. O editor mandou por WeTransfer. O cliente pediu ajuste num áudio de quatro minutos. E a planilha, que devia resolver isso, ninguém abre desde terça.

A conta que ninguém faz

Você não chama isso
de problema. Chama
de tocar a agência.

É por isso que ninguém sai procurando um sistema pra resolver: virou parte do trabalho, como carregar tripé. Mas faz a conta uma vez, com os seus números.

Cobrar um material5 min
Vezes que você cobra o mesmo material3×
Materiais que saem no mês20
Só perguntando "já saiu?"5 horas por mês

E essa é a parte barata. A cara é o cliente que não renova porque atrasou duas vezes seguidas — e você só descobre que atrasou quando ele avisa que vai sair.

Agência que entrega no prazo não precisa dar desconto pra segurar cliente.

O que nenhum outro faz

Prazo não é data.
É combinado.

Data fixa não funciona em agência: o bruto atrasa, a captação muda, o cliente some. Aqui o relógio começa quando o material bruto chega na mão de quem edita — e o prazo é um acordo com nome e número, feito uma vez e válido todo mês.

dia 0
Bruto entregue

Cartão de memória, link, pasta. O relógio começa aqui, não no dia em que você lembrou de cobrar.

dia 7
Pelo menos 1 material

Um já tem que ter saído. Você diz na demanda qual é a prioridade — quem edita segue isso, não o próprio gosto.

dia 15
Todos

7 e 15 é o nosso padrão. Cada demanda pode ter o seu — você ajusta com quem vai editar, e fica escrito. Combinado que se muda junto, não regra que cai de cima.

O sistema acompanha sozinho e diz, em uma linha, se está cumprido ou fora do combinado. Você para de perguntar — e quem edita para de ser cobrado, porque já sabia o que tinha aceitado.

Ninguém aponta hora aqui. Os sistemas do setor nasceram pra medir quanto tempo cada pessoa gastou — o que faz sentido em agência que vende hora, e nenhum em agência que vende entrega. Com freelancer então, apontar hora é ficção: ele não trabalha pra você, entrega pra você.

Tela da demanda mostrando o combinado cumprido, com os marcos de bruto entregue, 1 material no mínimo e todos os materiais

o combinado, dentro da demanda

O modelo

Demanda, material, entrega.
Nessa ordem, e só isso.

Três palavras que a equipe inteira usa igual — e que acabam com a maior parte da confusão antes dela existir.

01

Demanda

O pedido do mês daquele cliente. Nasce como rascunho: você monta com calma, e ninguém é avisado nem o prazo começa até você liberar.

02

Material

Cada vídeo, carrossel ou foto dentro da demanda. Tem prazo, tem responsável, e é aqui que o cliente aprova ou pede ajuste.

03

Entrega

O ato, não a coisa. Um material vira entrega quando é entregue — e a partir daí existe registro de quem, quando e o que foi aprovado.

Cada um enxerga a parte dele.

O editor de vídeo abre e vê os vídeos dele, com o bruto e o roteiro. O designer vê os estáticos. O social media vê o que já foi aprovado e pode postar. O cliente vê só o que ficou pronto.

Ninguém precisa aprender o sistema inteiro pra fazer a parte de sempre.

Os materiais dentro de uma demanda, cada um com prazo, situação e quem produz

os materiais da demanda, um a um

Antes da edição, tem a captação

A agenda da equipe
e a do cliente,
na mesma tela.

Nenhum sistema de gestão de projeto marca gravação, porque nenhum deles foi feito por quem grava. Aqui a captação é um compromisso de verdade: dia, hora, local, o cliente e quem da equipe vai.

É o pedaço do mês que some das planilhas — e é justamente onde o atraso começa.

Onde o material fica

Os arquivos são seus,
e continuam sendo.

Vídeo bruto pesa. Guardar isso na nuvem de um sistema é caro pra quem cobra e arriscado pra quem paga — no dia em que você cancela, o acervo é refém.

Aqui os arquivos ficam no Google Drive da sua própria agência. A plataforma organiza, dá acesso a quem precisa e mostra na tela do cliente, mas nunca hospeda. Se você sair amanhã, tudo continua exatamente onde estava.

A permissão que pedimos ao Google é a mais restrita que existe: o sistema só enxerga as pastas que ele mesmo criou. O resto do seu Drive é invisível pra nós.

Do outro lado

O cliente aprova
sem virar seu trabalho.

Ele entra por um link, vê o que ficou pronto, e decide: aprovar ou pedir ajuste. O pedido de ajuste vira uma conversa presa àquele material — não um áudio perdido no WhatsApp que você vai ouvir três vezes.

  • Vê só o que já foi aprovado por você — nada sai sem passar antes.
  • Baixa o arquivo na qualidade original, não uma prévia comprimida.
  • A legenda vem junto, pronta pra copiar.
  • Fica registrado quem aprovou e quando.
As demandas do mês agrupadas por cliente, com prazo e situação de cada uma

as demandas do mês, por cliente

Quem está por trás

Eu não vendo software.
Eu entrego conteúdo
todo mês, igual você.

Meu nome é Herrison e eu toco a Duelo, uma agência de conteúdo em Erechim. Entregamos vídeo, foto e estático todo mês, com produção interna e terceirizada na mesma operação — editor de fora, designer da casa, social media, e cliente pedindo ajuste no meio da tarde.

Este sistema nasceu porque a planilha não dava mais conta. Ele roda a minha agência todos os dias antes de rodar a de qualquer outra pessoa: cada defeito apareceu primeiro numa entrega minha atrasada, não num relatório de bug.

Se você toca uma agência e reconheceu o problema lá em cima, a gente já se entende sem precisar de reunião. Chama antes de assinar qualquer coisa.

A minha operação, agora

19clientes ativos
6na equipe
44materiais no mês

Estes números são da minha agência, dentro do sistema, neste mês. Se ele falhar numa segunda-feira, quem perde cliente sou eu primeiro.

Herrison Ribeiro · Duelo · Erechim, RS

Herrison Ribeiro, dono da Duelo e criador do Duelo Operação

Antes de decidir

O que perguntam
antes de assinar.

É parecido com Trello?

Não. No Trello você recebe um quadro vazio e inventa o processo. Aqui a demanda do mês, os materiais e a aprovação do cliente já existem prontos — não tem coluna pra arrastar nem cartão pra criar.

Preciso mudar meu jeito de trabalhar?

Não. O sistema segue o fluxo que toda agência já tem: pedido do mês, produção, aprovação. O que muda é que ele passa a ser escrito em algum lugar.

Meu editor terceirizado vai conseguir usar?

Ele recebe um link, cria a senha e vê só os materiais dele, com o bruto e o roteiro junto. Não precisa aprender o resto.

Onde ficam os vídeos brutos?

No Google Drive da sua agência, na conta que você conectar. A plataforma organiza e dá acesso, mas não hospeda nada.

Dá para começar com um cliente só?

Dá, e é o mais comum. A maioria começa por um cliente recorrente e vai trazendo o resto quando a equipe pega o jeito.

Posso cancelar quando quiser?

Sim, sem multa. Você exporta tudo num arquivo antes de sair, e os arquivos do Drive nem são tocados — são seus.

Outra agência vê os meus clientes?

Não. O isolamento é feito no banco de dados, não na tela: uma agência não alcança o dado de outra nem pedindo direto ao servidor.

Preço

Pelo tamanho da operação.

Preço fixo pelo tamanho da operação — não por cabeça. Demandas, materiais e arquivos são sempre ilimitados.

Uma agência de 8 pessoas, cobrando por usuárioR$440/mês
A mesma agência aqui, no EstúdioR$197/mês

Base: R$55 por usuário, o preço público do maior sistema brasileiro do setor em agosto de 2026.

Essencial
R$97 /mês

8 clientes · 3 pessoas

  • Demandas e materiais ilimitados
  • Combinado de prazo
  • Painel de aprovação do cliente
  • Google Drive da sua agência
Testar
Estúdio
R$197 /mês

25 clientes · 8 pessoas

  • Tudo do Essencial
  • Equipe interna e terceirizada
  • Direções por função
  • Avisos por e-mail
Testar
Agência
R$397 /mês

60 clientes · 20 pessoas

  • Tudo do Estúdio
  • Contratos e receita recorrente
  • Agenda de captação
  • Suporte prioritário
Testar
Ilimitado
R$697 /mês

Clientes e equipe sem limite

  • Tudo do Agência
  • Sua marca no lugar da nossa
  • Alguém acompanhando sua conta
Falar com a gente

O próximo mês começa
daqui a pouco.

Monte a demanda de um cliente hoje e veja como fica. Se não servir, você fecha a aba e não perdeu nada além de dez minutos.

Sem cartão · Cancela quando quiser · Seus arquivos continuam seus

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